Esquecimento frequente: hábitos que aceleram o envelhecimento do cérebro e levam a longo prazo à perda de memória
Esquecimento frequente: hábitos que aceleram o envelhecimento do cérebro e levam a longo prazo à perda de memória
Sono ruim, sedentarismo, cigarro, excesso de álcool e doenças sem controle estão entre os fatores que merecem atenção
Alguns hábitos mantidos ao longo dos anos podem afetar a memória e a saúde do cérebro. Dormir pouco, não praticar atividades físicas, fumar, consumir álcool em excesso e manter uma alimentação inadequada estão entre os comportamentos associados a maior risco de declínio cognitivo.
O cérebro depende de boa circulação sanguínea, sono adequado, equilíbrio metabólico e estímulos para funcionar bem. Quando esses fatores são prejudicados por longos períodos, podem ocorrer alterações que afetam as conexões entre os neurônios e o desempenho cognitivo.
Entre os hábitos e condições que merecem atenção estão sono de má qualidade, sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool, alimentação rica em ultraprocessados e pressão alta, diabetes e colesterol sem controle.
Esquecimentos frequentes merecem atenção
Pequenos esquecimentos não significam necessariamente demência. No entanto, é importante observar quando os episódios passam a ser frequentes ou começam a prejudicar atividades do cotidiano.
Esquecer compromissos repetidamente, perder objetos com muita frequência, apresentar dificuldade crescente de concentração ou perceber uma piora persistente da memória são situações que podem justificar uma avaliação profissional.
Um relatório publicado em 2024 pela comissão permanente da revista científica The Lancet estimou que cerca de 45% dos casos de demência poderiam, em princípio, ser prevenidos ou adiados com a abordagem de 14 fatores de risco modificáveis ao longo da vida.
Entre as principais formas de cuidar da saúde cerebral estão praticar exercícios, dormir adequadamente, não fumar, evitar excesso de álcool, controlar pressão arterial, diabetes e colesterol, manter uma alimentação equilibrada e preservar o convívio social.
Essas medidas não eliminam completamente o risco de desenvolver demência, mas fazem parte das estratégias recomendadas para promover um envelhecimento mais saudável e proteger a saúde do cérebro.
Postado em 30/09/2026