Maringá perde mais de R$ 70 milhões do PAC por falhas em projetos da saúde
Maringá perde mais de R$ 70 milhões do PAC por falhas em projetos da saúde
A Prefeitura de Maringá ficou de fora da lista de municípios contemplados pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2025 na área da saúde, resultando em uma perda estimada de R$ 70 milhões em investimentos federais. A exclusão ocorreu após o município não cumprir prazos exigidos pelo Ministério da Saúde e acumular obras paradas da gestão anterior.
Obras que nunca saíram do papel
Em 2023, ainda na administração do ex-prefeito Ulisses Maia, Maringá recebeu R$ 5,3 milhões para a construção de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no Jardim São Clemente e de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) na Zona Norte. Nenhum dos projetos foi executado, o que levou à punição aplicada pelo Governo Federal, retirando a cidade do novo pacote de recursos.
Projetos rejeitados
A atual gestão chegou a protocolar quatro novos projetos em Brasília, todos negados pelo Ministério da Saúde. Entre eles estavam:
UBS no Jardim Alvorada – R$ 8 milhões;
Caps II no Residencial Canção – R$ 2,2 milhões;
Duas policlínicas avaliadas em cerca de R$ 30 milhões cada.
Se aprovadas, as propostas poderiam ampliar consideravelmente a rede de atendimento em saúde do município.
Impacto direto na população
Com a exclusão, Maringá perde a oportunidade de ampliar a infraestrutura da saúde pública, enquanto outros municípios paranaenses avançam com novas unidades e serviços. A ausência de planejamento e falhas de execução administrativa deixam milhares de moradores sem a perspectiva de contar com estruturas essenciais para o atendimento básico e especializado.
Com inf. Pinga Fogo Noticias - Postado 09/09/2025