Justiça julga improcedente ação contra Agnaldo Vieira
Justiça julga improcedente ação contra Agnaldo Vieira
A Justiça considerou improcedente a ação civil pública movida pelo munícipe Roberto Mitsuru Ekuni Junior contra o jornalista Agnaldo Vieira, que à época ocupava o cargo de diretor de Comunicação da Prefeitura de Maringá. A ação também incluía como réus a Jovem Pan Maringá e a agência Única Propaganda.
O processo foi protocolado em 2020 com a alegação de que Vieira teria favorecido contratos de publicidade entre a prefeitura e a emissora de rádio onde atuava como comentarista político. O autor também afirmou que o jornalista participava do programa da rádio no mesmo horário em que deveria cumprir expediente no Paço Municipal.
Contudo, conforme apurado durante o processo, o cargo de diretor de Comunicação ocupado por Agnaldo Vieira possuía autorização da Secretaria de Recursos Humanos para início do expediente às 8h30. Já o programa jornalístico da Jovem Pan em que o jornalista participava era encerrado às 8h10, de segunda a sexta-feira, o que não configurava conflito de horários.
O entendimento foi acompanhado tanto pelo Ministério Público do Paraná, em parecer favorável do promotor José Francisco de Souza, quanto pelo juiz Márcio Augusto Matias Perroni, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, que julgou a ação improcedente por falta de fundamentos concretos.
Com a decisão judicial, foram rejeitadas as acusações apresentadas na ação contra o jornalista e os demais envolvidos.
Postado em 04/03/2026 - Foto: Reproducão