Paraná deve movimentar R$ 52,4 bilhões com compra e reforma de imóveis em 2026
Paraná deve movimentar R$ 52,4 bilhões com compra e reforma de imóveis em 2026
Estado aparece como segundo maior mercado potencial do Brasil para compra de imóveis, atrás apenas de São Paulo, segundo levantamento do IPC Maps
O mercado imobiliário e o setor de reformas devem movimentar cifras bilionárias em 2026. No Paraná, a projeção é de mais de R$ 52,48 bilhões em gastos das famílias com compra de imóveis, materiais de construção e mão de obra para reformas até o final do ano.
Os dados são da pesquisa IPC Maps, especializada em estimativas de potencial de consumo dos brasileiros.
Somente na aquisição de imóveis, o Paraná apresenta potencial de movimentar aproximadamente R$ 35,5 bilhões, colocando o Estado na segunda posição nacional nesse segmento.
No ranking de potencial de consumo para compra de imóveis, São Paulo aparece na liderança, com projeção de R$ 36,5 bilhões em 2026.
O Paraná vem logo atrás, com R$ 35,5 bilhões, uma diferença de aproximadamente R$ 1 bilhão em relação ao primeiro colocado.
Na sequência aparecem Minas Gerais, com potencial de R$ 10,8 bilhões, e Rio Grande do Sul, com R$ 7,8 bilhões.
Em todo o Brasil, a estimativa é que as famílias movimentem cerca de R$ 143,1 bilhões somente com a compra de imóveis ao longo de 2026.
Outro mercado que deve movimentar valores expressivos é o de reformas.
Considerando a aquisição de materiais de construção e os gastos com mão de obra, as famílias paranaenses deverão desembolsar aproximadamente R$ 16,985 bilhões até o final de 2026.
Nesse segmento, São Paulo lidera com R$ 94,2 bilhões, seguido por Minas Gerais, com R$ 34,4 bilhões; Rio de Janeiro, com R$ 25,7 bilhões; Rio Grande do Sul, com R$ 19,2 bilhões; Santa Catarina, com R$ 16,986 bilhões; e Paraná, com R$ 16,985 bilhões.
A diferença entre Santa Catarina e Paraná nesse recorte é pequena, de aproximadamente R$ 1 milhão, considerando os valores apresentados pelo levantamento.
Somados os gastos previstos com compra de imóveis e reformas, os setores imobiliário e de construção ligados ao consumo das famílias representam um potencial próximo de R$ 449,4 bilhões no Brasil em 2026.
Desse montante, cerca de R$ 143,1 bilhões correspondem à aquisição de imóveis e aproximadamente R$ 306,3 bilhões aos gastos com materiais de construção e mão de obra para reformas.
Os números demonstram a importância da cadeia imobiliária, que movimenta não apenas a venda de casas e apartamentos, mas também lojas de materiais de construção, prestadores de serviços e diferentes segmentos relacionados à manutenção e modernização dos imóveis.
O IPC Maps é publicado anualmente pela IPC Marketing Editora e utiliza dados oficiais e metodologia própria para estimar o potencial de consumo em diferentes categorias.
O levantamento apresenta informações sobre os 5.570 municípios brasileiros, permitindo analisar a capacidade de consumo das famílias em diferentes regiões e setores da economia.
Postado em 03/09/2026